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        <description><![CDATA[textos de Augusto Baptista]]></description>
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    <title><![CDATA[A BULA VIII]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2013/09/12/27965151.html]]></link>
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    <pubDate>Thu, 12 Sep 2013 11:27:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[COMPRIMIDO VI O homem que arrombou a livraria O assalto à livraria consumou-se com o roubo de um livro, de um só livro, acontecimento tão insólito que o país se intrigou deveras. Os jornais, as rádios e as televisões não falavam de outra coisa. Para desvendar... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
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    <title><![CDATA[A BULA VII]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2013/09/11/27965144.html]]></link>
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    <pubDate>Wed, 11 Sep 2013 11:24:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[COMPRIMIDO V O homem que morre ao anoitecer Natureza assumida no seu esplendor, cada momento elo de uma infinda relação, nele a morte é realidade vivenciada dia a dia, mortalha em que se deita e acorda, de manhã. O caixão comprou-o já faz anos e aí adormece... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
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    <title><![CDATA[A BULA VI]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2013/09/10/27965130.html]]></link>
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    <pubDate>Tue, 10 Sep 2013 11:21:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[COMPRIMIDO IV O homem que cortava a direito Os amigos recordam-no, saudosos, como um homem recto, cidadão que, face a contrariedades, não perdoava: se os calos o magoavam, vik!; se lhe doíam os dentes, vuk! A última vez que foi visto queixara-se de uma... ]]></description>
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    <title><![CDATA[A BULA V]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2013/09/09/27960679.html]]></link>
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    <pubDate>Mon, 09 Sep 2013 15:36:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[COMPRIMIDO III O homem que interpreta os campos Quem olhar os campos em atento devagar, não lhes adivinha o futuro líquido, feitos vinho, aguardente, jeropiga, espumante, rum. E, dentro da paisagem embriagada, quem como ele capaz de prever, no sonâmbulo... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
                    <item>
    <title><![CDATA[A BULA IV]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2013/09/08/27960640.html]]></link>
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    <pubDate>Sun, 08 Sep 2013 15:29:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[COMPRIMIDO II O homem que se abotoou com umas massas Com evidente embaraço, a dona da loja lamentava não poder satisfazer as exigências do encapuzado. Carolino, agulha, extra, arroz não tinha. Mão na máquina registadora, insinuou alternativa: talvez massas,... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
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    <title><![CDATA[A BULA III]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2013/09/07/27960601.html]]></link>
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    <pubDate>Sat, 07 Sep 2013 15:25:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[COMPRIMIDO I O Homem que caç ou a deusa Levou a arma à cara. Cano virado para o céu, um tiro. A criatura, cega ao rumo que levava, caiu. -Busca, Flecha! -ordenou o caçador. A perdigueira, a abanar o rabo, fez-se ao monte. Breve regresso: na boca, Diana,... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
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    <title><![CDATA[A BULA II - O HOMEM QUE JOGA TANGRAM]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2013/09/06/27960525.html]]></link>
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    <pubDate>Fri, 06 Sep 2013 15:12:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[O HOMEM QUE JOGA TANGRAM As sete figuras entraram-lhe em casa não sabe como, não sabe quando. Lembra-se, criança, de descobrir o jogo na gaveta do pichichi – como o Galrão, o vendedor, chamara ao móvel – dentro duma caixinha quadrada. Pouco liga ao achado.... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
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                    <item>
    <title><![CDATA[A BULA]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2013/09/05/27960513.html]]></link>
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    <pubDate>Thu, 05 Sep 2013 15:12:02 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[Segue-se nos próximos dias a publicação dos Comprimidos Literários Prosa e Ilustração de Augusto Baptista & Titular da Autorização de Introdução no Mercado e Fabricante: www.correiodoporto.pt Este folheto foi aprovado pela última vez no dia 31 de agosto... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
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    <title><![CDATA[Azul-Canário]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2010/05/31/18032517.html]]></link>
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    <pubDate>Mon, 31 May 2010 01:52:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[O Augusto Baptista tem também um novo blog. Visite o Azul-Canário! ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
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    <title><![CDATA[A variante]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/08/10/5857310.html]]></link>
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    <pubDate>Fri, 10 Aug 2007 18:07:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[Tudo começa com um pequeno sobressalto no passeio: uma pedrita que salta. Saltando, se abriu uma ausência, a breve falha dum dente, no pavimento. O conflito entre os pés dos transeuntes e a covinha cria novos sobressaltos, saltitos, maiores ausências.... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
                    <item>
    <title><![CDATA[ Requiem]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/08/10/5857281.html]]></link>
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    <pubDate>Fri, 10 Aug 2007 17:03:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[Reúnem-se à sombra serena das criaturas centenárias. São muitos, mas as árvores do aroma aquietante abrem-lhes os braços e, generosas, todos acolhem. O contraste entre as soberanas figuras e aqueles homens a seus pés potencia o absurdo. Quem ali tem poder... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
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    <title><![CDATA[Identidade]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/08/10/5857192.html]]></link>
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    <pubDate>Fri, 10 Aug 2007 16:52:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[Atentando bem, é nesta gente derramada para fora do mercado e que escorre na ladeira lateral, sentada no murete, sentada no chão, nesta gente que parece ser de um outro tempo, não ser daqui, homens de chapéu, mulheres de escuro, lenço preto na cabeça,... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
                    <item>
    <title><![CDATA[ Sedimentos]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/08/10/5857141.html]]></link>
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    <pubDate>Fri, 10 Aug 2007 15:49:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[Num tempo antigo os romanos alcançaram o lugar, rasgaram a paisagem com lajedo. E a velha estrada de pedra cavalgou o espaço, vertebrou a terra. Esta terra. Depois, a via verteu-se para o baixio, atravessado pela linha de água. Saltou o riacho. E os romanos... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
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    <title><![CDATA[  Encruzilhada]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/08/10/5857119.html]]></link>
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    <pubDate>Fri, 10 Aug 2007 14:45:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[O velho cidadão tinha um pensamento bíblico, de certo modo: tendia para as parábolas. Inquirido sobre o tempo alegorizava. Perguntado sobre o lugar divagou: Os gafanhotos chegaram em bando compacto e logo se juntaram aos outros no desfrute. Desde aí a... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
                    <item>
    <title><![CDATA[ Os bravos]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/08/10/5857085.html]]></link>
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    <pubDate>Fri, 10 Aug 2007 13:45:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[Inopinado, o espaço sobressalta-se com um grito. Um uivo sem fim, estridente, cortante. De lés a lés a terra estremece, se cala. Sob a desgraça que paira no ar. Nas ruas irrompem homens aflitos, em resposta à chamada raivosa. Percebe-se, nas respirações,... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
                    <item>
    <title><![CDATA[Central]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/08/10/5857047.html]]></link>
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    <pubDate>Fri, 10 Aug 2007 13:30:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[Verão, Inverno, noite ou dia clareado, já elas andam a debicar o chão, entre os pés dos passageiros. A coxear, asa ferida, surpreendem migalhas, minúsculos nadas. Outros deserdados por aqui vagueiam. Alguns pedem esmola, alguns desistiram. É sempre assim... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
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    <title><![CDATA[Dos grilos (2)   ]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/08/10/5856967.html]]></link>
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    <pubDate>Fri, 10 Aug 2007 13:25:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[Deslurado, por acção do caçador, o músico emerge no terreiro. Tal-qualmente negra besta a irromper dos curros, vai deter-se no redondel, hastes perscrutadoras. Por desconforto ou apreensão, um frémito de crença natural impelirá o touro para o aconchego... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
                    <item>
    <title><![CDATA[Dos cheiros]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/08/10/5856950.html]]></link>
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    <pubDate>Fri, 10 Aug 2007 12:52:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[Quando chovia, todo o mundo ia ver derrapar os carros. Os que mais dançavam eram os mais cautelosos, os que mais devagar se faziam à ladeira. Ziguezagueavam no paralelo besuntado e, à boca do armazém, quase a vencer o íngreme percurso, navegavam sem norte.... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
                    <item>
    <title><![CDATA[Dos grilos (1)]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/07/17/5639672.html]]></link>
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    <pubDate>Tue, 17 Jul 2007 12:59:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[A caça ao grilo é uma especialidade venatória, um tipo de caça grossa, a seumodo. Exige perícia, adestramento. Muita sensibilidade, delicadeza. E longotrabalho de campo. Tal como para fera de África, esta valência cinegéticadispensa licença, ao contrário... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
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    <title><![CDATA[O faroeste]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/06/13/5286481.html]]></link>
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    <pubDate>Wed, 13 Jun 2007 12:27:25 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[De uma das portas da rua nova, emerge o cowboy. Olha para um lado, para o outro, fareja. Esporeia a montada aos relinchos e, com aparato, volteios e tiros, parte a galope. Sem tardança, alcança o fugitivo ofegante, cansado dos pés, no justo instante em... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
                    <item>
    <title><![CDATA[Nome nenhum]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/06/05/5194605.html]]></link>
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    <pubDate>Tue, 05 Jun 2007 09:05:00 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[Olhou a parede no cotovelo do prédio, por um quase acaso. Conhecia muito bem a pequena cidade, jamais precisara saber o nome das ruas. Lançado o olhar, perdeu-se. E teimou na busca de uma placa, inscrição, referência, nomeação do lugar. Neste entretém,... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
                    <item>
    <title><![CDATA[O cavalheiro]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/06/05/5194597.html]]></link>
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    <pubDate>Tue, 05 Jun 2007 09:03:34 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[Ao sair da camioneta, na atrapalhação dos degraus da porta traseira, que de tão íngremes mais parecem escadório de navio de carga, a senhora desequilibra-se, cai no asfalto. Um socorro de mãos não tarda a pô-la ao alto, a sacudir-lhe com desvelo a poeira... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
                    <item>
    <title><![CDATA[Cavalgada]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/05/31/5139709.html]]></link>
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    <pubDate>Thu, 31 May 2007 11:51:53 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[A tarde escalda. Silenciosa, a matilha abandona o mercado e galga sem pressa a ladeira. São uns nove, talvez mais, entre homens e mulheres. Elas: saia sobre o comprido, casacão, lenço na cara; eles: grossa samarra, bota de atanado, gorro de lã. Gente... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
                    <item>
    <title><![CDATA[Recortes]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/05/20/5012006.html]]></link>
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    <pubDate>Sun, 20 May 2007 04:03:03 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[Cirandou pelas ruas principais. Passou por um ou outro café, viu amigos, perdeu-se em espaços que lhe recordaram a meninice. O jardim era então o centro do mundo. Por altura das festas, a comissão mandava ali instalar um coreto e, pela tarde, arrancavam... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
    </item>
                    <item>
    <title><![CDATA[Hálitos]]></title>
    <link><![CDATA[https://reporter.canalblog.com/archives/2007/05/18/4995718.html]]></link>
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    <pubDate>Fri, 18 May 2007 14:09:35 +0200</pubDate>
    <description><![CDATA[A conversa entre as duas segue animada. Grudaram na garagem, enquanto esperavam e, sentadas banco com banco, não param de falar agora, na viagem. Falam delas, traficam intimidades, como se tivessem andado na mesma escola. A menos exuberante, pendor hipocondríaco,... ]]></description>
        <dc:creator><![CDATA[teodias]]></dc:creator>
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