repórter

textos de Augusto Baptista

18 octobre 2006

Um domingo sem história

Dia agradável, embarco no comboio, rumo a Espinho. A viagem, no suburbano com partida de São Bento às 16h10, decorre sem percalços.   Em Espinho, inevitável, a marginal. Tarde de domingo a propor óculos de sol, variada oferta a roçar os pés dos transeuntes: formigueiro a passear para a frente e para trás. Na barafunda, ciclistas acrobáticos, alçados sobre o selim. E o mar, picado, a arremessar-se contra a costa; o mar a morder tão perto. Cerveja na esplanada, todo o mundo a olhar para longe.   ... [Lire la suite]
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18 octobre 2006

Ah, Porto!

O Porto é uma cidade com um não sei quê de diferente e, na escrita, um espanto. Aqui se recebem lições de heterografia (e de muita humanidade). 1 Texto de Augusto Baptista   Casas, gente, ruas, trânsito: são as cidades. Nisso todas são iguais. O desafio está em encontrar as diferenças, desvendar as impressões digitais de cada uma, partir à descoberta, mesmo quando se fica. Sempre que posso perco-me no Porto. Entrego-me à cidade sem reservas. Devagarinho, sem destino nem norte, deixo-me escorregar ... [Lire la suite]
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